ESCLARECENDO AS DUVIDAS SOBRE A VACINA CONTRA A GRIPE A-H1N1

Segundo o Ministério da Saúde, devem ser vacinados contra a Inluenza A-H1N1 os quatro grupos indicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS): gestantes, indígenas, doentes crônicos e trabalhadores de serviços de saúde envolvidos diretamente no atendimento aos pacientes. No Brasil, além desses grupos, ainda mais três parcelas da população receberão as doses com base nos dados epidemiológicos nacionais: crianças entre 6 meses e 2 anos de vida e adultos de 20 a 39 anos. Essa estratégia do Ministério da Saúde foi desenvolvida para focar a vacinação em parcelas da população em que foi registrada a maior incidência da influenza A-H1N1 em 2009.
 
De acordo com dados do MS, entre as pessoas que apresentaram síndrome respiratória aguda grave por influenza pandêmica, 22% eram gestantes. A incidência de ocorrências também foi alta em doentes crônicos, crianças menores de dois anos e adultos com idade entre 20 e 39 anos. Os indígenas foram incluídos no grupo por conta da vulnerabilidade a infecções. Já os profissionais da saúde devem ser vacinados para garantir o funcionamento dos serviços de atendimento à população.
 
Portadores de doenças crônicas basicamente são pessoas que sofrem com obesidade, diabetes, doenças respiratórias, problemas cardíacos ou imunodepressão. Entre as doenças respiratórias vale ressaltar a Asma, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), Fibrose Cística, Bronquiectasias e Fibrose Pulmonar, entre outras. A vacina confere proteção acima de 80% nos indivíduos cuja imunidade está preservada. Isso significa que naqueles que tem a imunidade comprometida a eficácia da vacina será menor, mas oferecerá proteção suficiente para reduzir a chance de infecção e de complicações pela Influenza H1N1.
 
A vacina não é obrigatória. No entanto, quem pertence a algum desses grupos e não se vacinar tem mais risco de adquirir a gripe e morrer devido às suas complicações. Quanto mais gente for vacinada, menor será a circulação do vírus e, como consequência, isso diminuirá a incidência da doença. A única contraindicação é para pessoas alérgicas a ovos, pois esta vacina é produzida em ovos de galinha.
 
A única reação após a vacinação que costuma ocorrer é dor no local da aplicação. Caso a vacina seja com adjuvante (substância para aumentar a resposta imune de defesa) a dor será um pouco maior. A síndrome de Guillain-Barré (paralisia dos membros inferiores, geralmente de causa viral) pode ocorrer após qualquer vacinação. No entanto, em países que vacinaram contra H1N1 antes que o Brasil, a vacina não aumentou a ocorrência desta síndrome.
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